Quem somos, de onde viemos, para onde vamos?
Créditos da ilustração para o site Kibeloco
Por João Farias
Surfando pela grande rede "Internet", acabei indo de encontro a um Blog, e nele deparei-me com esta foto ilustrativa porém muito inusitada, ai não sei bem porque, veio-me a mente uns questionamentos aos nossos vizinhos paulistas, tipo: Como um povo tão bem informado, dito elitizado, tão bem sucedido economicamente, consegue eleger de uma única vez duas FIGURAS também inusitada como, Paulo Maluf e Clodovil, e pasmem... Não só apenas elegeram como também deram aos mesmos, uma das melhores e mais expressivas, votação do país.
Alguém sabiamente em um determinado momento da história do nosso país, coloca numa de suas dezenas de musica de sucesso internacional um nome igualmente inusitado, mas muito bem situado “Que País é esse?” eu acrescentaria também hoje se possível, “Que estado é esse? Que cidade é essa? Onde vamos parar? Quem serão os próximos?". E depois ainda apregoam que o Lula só ganhou a reeleição por causa dos votos analfabéticos dos nordestinos, ainda bem que tenho sangue nordestino e orgulho-me muito dele, como é bom ser analfabetico dos lados do norte.
Penso que o pior analfabético não é aquele que não sabe ler ou escrever, mas sim aquele que não sabe ver ou sentir “ver o obvio e sentir vergonha de si próprio”, se você sente-se morto e não vê saída para sua vida política, pelo menos tenha a dignidade de mergulhar sozinho em sua sepultura, e não arrastar centenas e milhares junto com você, apenas para não se sentir solitário nas profundezas de sua demência. "O voto é livre, mas a burrice tinha que ser censurada" Que vergonha meus hermanos paulistas. Como prêmio, que tal voces malufistas e Clodistas, passarem uma temporada no nordeste, mas não em Porto Galinhas, que tal um intercâmbio, tragam a sua burrice e leve um pouco do analfabectismo existente por lá! (Não é nada pessoal, é existencial mesmo).
TAXITRAMAS
"Taxistas são terríveis: reparam em tudo! Alguns, o que é pior, ainda escrevem na Internet."
Um
taxista hilário que conta com um linguajar próprio as suas aventuras vividas ao
longo de sua vida pilotando o seu táxi. Ele acabou de lançar um livro com o
mesmo nome TAXITRAMAS. Vale
apenas conferir
Aqui uma de suas histórias:
Quando um taxista chega lá
Um homem precisa de um objetivo na vida. Precisa perseguir um sonho, pensar grande. É essa busca que o faz acordar todos os dias pela manhã e trabalhar de sol a sol, enfrentando a dura rotina de um volante de táxi. Até mesmo um taxista sonha, um dia, chegar lá.
Pois o meu dia, finalmente, chegou. Estou no topo. Nada pode ser mais alto, mais consagrador. Depois de 20 anos como taxista, com uma carreira discreta, de pouco brilho e alguns sobressaltos, acabo de ser empossado... supervisor do meu ponto.
Eu serei, ao longo deste ano, o representante legal do Ponto de Táxi Saldanha Marinho. Isso significa dizer que serei eu, por exemplo, que terei que comparecer às cansativas reuniões de supervisores da EPTC - encontros regados à monotonia e a café requentado. Serei eu que terei que parar de trabalhar para fazer orçamentos, ir ao sindicato resolver problemas, além, é claro, de aplicar punições aos colegas que pisarem na bola - tarefa esta que, infelizmente, faz do supervisor uma pessoa com poucos amigos.
Fui escolhido por aclamação, ungido por meus colegas, que souberam reconhecer meu desprendimento, meu espírito de liderança e minha falta de coisa melhor para fazer. A escolha deu-se em uma cerimônia simples. Foi perguntado quem de nós se oferecia para o cargo. Como eu fiquei parado e todos os outros deram um passo para trás...
Enquanto escrevo esta crônica, sobre o volante do táxi, no verso de um panfleto recebido na sinaleira, sinto-me tomado por um estranho vazio. Talvez o primeiro sinal da solidão que sempre acompanha o poder. Ou talvez seja fome mesmo. São quase 14h e ainda não almocei.
Todas as histórias tem em média 40 comentários de diversos internaltas.
A Rádio Nacional gravou cinco radioclipes, com histórias de violência contra a mulher, para serem apresentadas durante a campanha 16 Dias de Ativismo pelo fim da Violência contra as Mulheres, de 25 deste mês a 10 de dezembro. Leia a matéria na intregra.
Comentários de João Farias
E novamente nos vemos diante de situações que nos fazem indagar. Porque nossos governantes, autoridades e boa parte da sociedade sempre acham que é muito mais fácil reprimir do que prevenir, porque sempre a repressão esta a frente da prevenção, não seria mais prático que fosse o contrario? Até onde essa lógica suicida nos levará? Mais uma vez reforço aqui, que nada tenho contra a punição, se alguém fez algo errado tem que de alguma forma pagar exemplarmente pela falha cometida, o que eu questiono é, porque esperar o inevitável acontecer para só então buscar fazer algo que geralmente são medidas punitivas que em nada contribui para a não reincidência do mesmo ou de outros. Porque essa sede desvairada por justiça disfarça de vingança, em detrimento de uma boa prevenção, uma assistência a altura para os casos na maioria das vezes já comunicados, já previsíveis, já diagnosticados.
Seria por pura hipocrisia, incompetência, masoquismo, ou o que é ainda pior, por descaso ou economia seja de tempo seja de verbas. No caso que vivenciamos nessa ultima sexta-feira, do homem que seqüestrou a mulher a bordo de um ônibus por 10 hs no Rio de Janeiro, a mulher já havia comunicado antes por umas duas ou três vezes que o fato estava na eminência de acontecer, e nada foi feito, ninguém foi destacado para analisar o caso, isso envolveria apenas um ou dois profissionais, já com o fato em andamento quantos profissionais foram envolvidos e por quanto tempo. “Deu para notar a co-relação entre prevenir e reprimir” A prevenção sem duvidas nenhuma gera muito menos ônus que a repressão e esse caso citado nos exemplifica muito claramente isso.
E revoltante ver que a cada dia, a cada semana, a cada mês e ano, tudo se repete como GRAPETTE, e nada é feito no sentido de amenizar as causas, mais apenas os efeitos. Não se criam políticas publicas sérias, preventivas, eficientes que nos apontem para um futuro um pouco melhor, com mais esperanças, muito pelo contrário, o que vemos são equívocos encima de equívocos, trapalhadas atras de trapalhadas, e a loucura tomando conta de todos sem exceção, seja pobre, ou seja, rico todos estamos surfando nessa onda de loucura e stress, como bombas humanas prontas para explodir a menor contrariedade, sem aviso prévio, a não ser o dos sintomas.
Ficar criando leis e normas que raramente são seguidas, cumpridas ou obedecidas, não nos vai levar a lugar nenhum, a não ser a uma falsa ilusão do problema resolvido. Nada contra as leis, mas tudo “vezes” tudo a favor de buscar resolver o problema antes que ele venha a explodir, provocando seqüelas e corrosões que o tempo não tira nem apaga.
Hoje costuma-se brincar com a vida humana, empurrando as soluções com a barriga, nunca as encarando de frente e buscando com vontade, independente de custos ou dificuldades, as reais soluções que façam ao longo do tempo o mal se dissipar e não apenas ficar camuflado a espreita do momento exato do bote. E cuidado a próxima vitima poderá ser você!
Aquecimento
afeta saúde também, diz cientista
Fonte: Reuters
ENTREVISTA
Por Chris Bukley
PEQUIM (Reuters) - Ondas de calor, furacões e a difusão da malária são as consequências mais óbvias do aquecimento global para a saúde humana, segundo um cientista que estuda o impacto das alterações climáticas sobre a vida das pessoas.
"O que mais excita nossos governos e o público é a perspectiva de que as mudanças climáticas provoquem danos ao sistema econômico", disse Tony McMichael, professor da Universidade Nacional da Austrália, na sexta-feira em Pequim.
"Mas o pior, é claro, em termos de real sustentabilidade é o dano ao sistema de apoio à vida", acrescentou.
Na semana passada, o governo britânico divulgou um relatório alertando que o efeito estufa, provocado pela emissão de poluentes, pode mergulhar o mundo numa recessão equivalente à Grande Depressão da década de 1930.
Agora os cientistas tentam entender os efeitos mais sutis do aquecimento sobre a saúde humana, segundo McMichael.
"A maioria das respostas não é simples, não se reduzem a simples diagramas causais", explicou.
McMichael foi a Pequim lançar um novo esforço internacional para estudar as correlações entre aquecimento global e saúde. Um relatório preparado para esse fim mostra algumas pistas sobre a dimensão do problema.
O texto diz que 3 bilhões de pessoas ficarão ameaçadas pela dengue devido às alterações climáticas e à urbanização, que 40 por cento da população mundial será suscetível à malária, e que a desnutrição provocada pelo aquecimento e a perda de terras e água pode colocar 840 milhões em risco.
"As mudanças no clima global terão impactos diversos e crescentes sobre a saúde humana", disse o relatório.
Mesmo que os países aceitassem reduzir imediatamente as emissões de gases do efeito estufa, principalmente o dióxido de carbono, as mudanças climáticas e as doenças seriam inevitáveis devido aos atuais níveis de poluentes, segundo o estudo preliminar.
McMichael colabora no próximo relatório do Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática, da ONU, a ser publicado no começo de 2007.
Mas o novo esforço científico anunciado em Pequim irá além do aquecimento global para examinar como outros problemas ambientais ameaçam a saúde humana.
A perda de florestas e de diversidade, a urbanização e a difusão de espécies de climas quentes para climas frios podem ter consequências adversas para a saúde das pessoas, segundo cientistas presentes no lançamento da iniciativa.
De acordo com McMichael, as conexões entre esses fatores são
complexas demais para serem tratadas isoladamente.
Aquecimento global pode extinguir até 72% das aves, diz WWF
Meio Ambiente 14/11/2006
Por Daniel Wallis
NAIRÓBI (Reuters) - Mudanças climáticas descontroladas podem levar
à extinção até 72 por cento das espécies de aves do mundo, mas o mundo ainda
tem a chance de limitar essas perdas, disse o grupo ambientalista WWF em um
relatório divulgado na terça-feira. Aqui
a matéria completa.
Aquecimento global pode ter provocado aumento de incêndios
Meio Ambiente 07/07/2006
Por Site Bem Público
Uma análise de dados a partir de 1970 indica que os incêndios aumentaram \"repentina e dramaticamente\" nos últimos anos no oeste dos EUA, sugerindo já uma conseqüência do aquecimento global. Aqui a matéria completa
Para você que curte e acha importante melhorar sua relação com a lingua portuguêsa.
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Espero que faça um bom proveito, e se gostar, recomende!!!
Aproveitando esse momento literário:
Língua Portuguesa
Olavo Bilac
Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela...
Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela
E o arrolo da saudade e da ternura!
Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,
Em que da voz materna ouvi: "meu filho!"
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!
Hoje esta aniversariando uma pessoa muito especial, e eu não podia deixar passar em branco essa data.
Não vou tornar-me repetitivo falando dela, vou copiar aqui o depoimento que fiz para ela no seu perfil no Orkut:
Um suave veneno que entorpece lentamente, essa é vc criança, menina, moça e mulher tudo numa mesma taça. Feliz aquele q consegue prova, sentir o sabor... “Ta perdido” heheheh Vc é alegria, festa, sorriso, travessura, um pouco de loukura, uma super dose de humor, charme e beleza claro num podia faltar. Vc é um volcão_zinho q jorra prazer a quem convive contigo. Vc é uma mistura única e especial de BETE e ANDRE. Vc é simplesmente única... Venham, conheçam, apaixonem-se. Um grande beijo AMIGA vc é 10.
Eu estou admirado com a sua popularidade com mais de 300 mensagens no orkut
parabenizando-a pela passagem do seu aniversário, quer prova maior de carinho e
admiração que essa! Parabéns e felicidades moça, você é ultra-especial.
Minha realidade, minha máxima realidade...
Por João Farias
Gente o nosso mundo continua cada vez mais febril, doente, enfermo quase terminal, e o mais triste é que quase ninguém percebe, ou se percebe, nada faz para estancar essa horrível realidade. Já formalizei em duas matérias anteriores uma analise não acadêmica sobre o tema, em “..Sanidade Mental, Justiça ou Vingança..” e “..PM Mata Por Engano Rapaz Que Tentava Socorrer o Pai..”, agora volto a citar mas dois fatos correntes na mídia nacional no decorrer da semana passada, a história da “..Mãe Menina – Grávida aos (9) nove anos de idade, no Ceara, na cidade de Itapipoca, a menina deu a luz a outra menina com mais de 3 kilos, o pai com 26 anos esta foragido e procurado pela policia, esse relacionamento estranho supostamente teve a conivência de ambas as avós, a materna e a paterna.” e “..Mulher queimada viva na fila do Banco morre no hospital..” Esses são novos fatos que escandalosamente nos afronta com uma realidade cruel, tão desumana quanto o fato em si. Essas manchetes são na realidade 1%, de sua totalidade ou menos, na qual esconde uma realidade que teimamos em não reconhecer como real, e constantemente presente na maioria dos fatos do nosso cotidiano.
Ser repetitivo nas palavras, nos termos, na lógica as vezes parece se desagradável, não é politicamente correto, mas aqui o que menos importa é ser correto na expressão, e sim, na coerência.
Fica assim, mais um alerta aos nossos governantes, no sentido de que aprimorem o projeto “Saúde da Família” para que de alguma forma seja possível detectar com antecedência pessoas com eminentes e visíveis desequilíbrios, e que as mesmas possa ter a oportunidade de serem tratadas, evitando assim um mal maior, ou na pior das hipóteses “chorar sobre o leite derramado”. E notório que nesses casos citados, o fator preponderante é o psicológico, pessoas desequilibradas em mais ou menos grau, que acabam dando um prejuízo muito superior financeiramente ao estado, sem contar o lado social, e as perdas de vidas. Sai muito mais barato prevenir, do que depois ter que prender e em seguida abandonar.